segunda-feira, 17 de novembro de 2008

minh'alma


Minh'alma

pois me diga agora
aonde despejar o pensar

quem vai querer abraçar
o que de mim aflora

se tudo o que você precisa
não é nada do que posso te dar
diga que mesmo assim vai ficar
para sentir a passagem da brisa

cachoeira quando cai cantante
é força que faz parar o pensamento

estou tentando me oferecer como alimento
mas você já está de mim muito distante

não percebe que a vida é um passar?
as asas se abrem simplesmente para voar

o tempo é equidistante ao sonhar
sonho apenas o querer te enlaçar

vem que a vida é breve


marcarei o compasso desse abraço


para encher-me a alma basta um sopro, de leve...
contando as estrelas do espaço

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